Imagem ilustrativa — RCTMI — Remodelação Corporal Total Minimamente Invasiva

RCTMI — Remodelação Corporal Total Minimamente Invasiva

Técnica autoral publicada que trata todas as camadas do contorno — gordura, músculo, costelas e pele — por pequenas incisões, sem a cicatriz da abdominoplastia.

01 — O procedimento

O que é RCTMI — Remodelação Corporal Total Minimamente Invasiva?

A RCTMI é o protocolo de remodelação corporal completa por técnicas minimamente invasivas desenvolvido pelo Dr. Ricardo Araújo e colaboradores, publicado em 2026 na PRS Global Open, revista científica da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos (ASPS). É a técnica carro-chefe da Clínica RA.

Em vez de tratar só a gordura e a pele, a RCTMI cuida de todas as unidades do contorno corporal — gordura visceral, costelas, músculos, gordura localizada e pele — pelas mesmas pequenas incisões da lipoaspiração. O resultado é um contorno mais harmônico, com recuperação mais rápida e sem a cicatriz da abdominoplastia.

O protocolo combina, conforme o plano de cada paciente: lipoaspiração 360° com retração da pele por plasma, remodelação das costelas guiada por ultrassom, enxerto de gordura nos glúteos e nos músculos guiado por ultrassom e correção da diástase dos músculos abdominais por videolaparoscopia.

Antes da cirurgia, a paciente passa por uma preparação funcional — avaliação da composição corporal por bioimpedância, exames laboratoriais e orientação nutricional — que melhora a recuperação e reduz complicações.

02 — Benefícios

O que você pode esperar

  1. 01

    Todas as camadas do contorno corporal tratadas em um só protocolo

  2. 02

    Correção da diástase sem a cicatriz da abdominoplastia

  3. 03

    Cintura mais fina, com remodelação das costelas e contorno dos glúteos

  4. 04

    Cicatrizes mínimas, nas mesmas incisões da lipoaspiração

  5. 05

    Recuperação mais rápida e resultado natural

  6. 06

    Técnica publicada em revista científica internacional

Dr. Ricardo Araújo, cirurgião plástico

03 — Indicação

Quem é o candidato ideal?

O perfil mais comum é o da mulher que manteve a alimentação, mas desenvolveu diástase na gestação e perdeu o contorno da cintura — sem excesso de pele que justifique uma abdominoplastia. No protocolo publicado, as candidatas tinham menos de 40 anos, IMC abaixo de 30 e flacidez leve a moderada. Doenças crônicas descompensadas, doenças autoimunes ou trombóticas, cirurgia ou fratura prévia de costelas, problemas cardiopulmonares, distúrbios de coagulação ou anemia importante contraindicam o procedimento.

A indicação é sempre individual e só é definida em consulta de avaliação.

04 — Recuperação

O pós-operatório

Na série publicada, a internação média foi de 1 dia. O pós-operatório é acompanhado de perto pela equipe, com orientação nutricional que continua nos primeiros meses e avaliação da composição corporal por bioimpedância.

As incisões são as mesmas da lipoaspiração, sem a cicatriz da abdominoplastia, e as tecnologias de retração da pele ajudam a pele a acompanhar o novo contorno.

05 — Dúvidas

Perguntas frequentes

Em que a RCTMI é diferente de uma lipoaspiração ou de uma abdominoplastia?

A lipoaspiração trata a gordura; a abdominoplastia, a pele e a diástase, com uma cicatriz longa no abdômen. A RCTMI trata também as costelas, os músculos e a gordura visceral, e corrige a diástase por videolaparoscopia, pelas mesmas pequenas incisões da lipoaspiração — sem a cicatriz da abdominoplastia.

Quais técnicas fazem parte do protocolo?
  • Lipoaspiração 360° com retração da pele por plasma de argônio.
  • Remodelação das costelas (10ª, 11ª e, quando necessário, 12ª) guiada por ultrassom, por punção — sem incisões nas costas.
  • Enxerto de gordura nos glúteos guiado por ultrassom, priorizando o contorno e a proporção cintura-quadril.
  • Enxerto de gordura nos músculos guiado por ultrassom (abdômen e costas).
  • Correção da diástase por videolaparoscopia, com o umbigo reposicionado no lugar ideal.

Cada paciente recebe a combinação indicada para o seu caso.

A remodelação das costelas é segura?

É feita com equipamento piezoelétrico, guiado por ultrassom, de forma controlada, protegendo vasos, nervos e pleura. Depois da cirurgia, um ultrassom confirma a segurança do procedimento.

Quem pode fazer a RCTMI?

Pacientes com bom estado de saúde, peso próximo do ideal e flacidez leve a moderada — em geral, quem perdeu o contorno (muitas vezes depois da gestação), mas não tem excesso de pele para uma abdominoplastia. A indicação é sempre definida em consulta, com avaliação clínica e exames.

Como é a preparação para a cirurgia?

A clínica segue um protocolo funcional: bioimpedância para avaliar gordura, massa muscular e água corporal, exames laboratoriais (incluindo vitamina D) e orientação nutricional antes e depois da cirurgia. Controlar a gordura visceral e o metabolismo antes do procedimento melhora a recuperação e reduz inchaço e complicações.

A técnica tem comprovação científica?

Sim. O protocolo foi publicado em 2026 na PRS Global Open, da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, com 125 pacientes acompanhados por 12 meses: não houve complicações maiores (como trombose ou infecção), a satisfação foi alta — principalmente com o abdômen — e a cintura reduziu em média de 12 a 13 cm. Os resultados variam de pessoa para pessoa.

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