Retirada do excesso de pele e correção da diástase, associada a tecnologias que melhoram a definição e a retração da pele.
01 — O procedimento
É a cirurgia de retirada do excesso de pele do abdômen, com correção da flacidez muscular (diástase), combinada com tecnologias como lipoaspiração ultrassônica, microagulhamento ou plasma para melhorar os resultados estéticos e acelerar a recuperação.
A associação de tecnologias melhora a retração da pele ao redor da cicatriz, aumenta a definição abdominal, trata áreas difíceis — como flancos e dorso — e reduz sangramento e inchaço no pós-operatório.
A tecnologia não muda diretamente a cicatriz, mas pode reduzir a tensão na pele ao redor e melhorar a qualidade do tecido, contribuindo indiretamente para uma cicatriz mais fina e discreta.
02 — Benefícios
Melhor definição abdominal
Melhor retração e ajuste da pele nas áreas tratadas
Tratamento de áreas difíceis, como flancos e dorso
Menor risco de irregularidades ou fibroses
Menos sangramento e inchaço no pós-operatório
Recuperação potencialmente mais rápida
03 — Indicação
Pacientes com flacidez abdominal moderada a intensa, diástase abdominal (afastamento dos músculos), gordura localizada em regiões como flancos, costas ou monte de vênus, e que desejam um contorno corporal mais definido e sem flacidez.
A indicação é sempre individual e só é definida em consulta de avaliação.
04 — Recuperação
Semelhante ao da abdominoplastia tradicional: uso obrigatório de meias compressivas por 15 dias e de cintas e placas por 3 meses, cuidados com os drenos, drenagem linfática e caminhadas diárias. O retorno às atividades físicas é gradual, entre 4 e 6 semanas.
O paciente dorme de barriga para cima — de lado só após 60 dias e de bruços após 90 dias. O primeiro retorno à clínica é com 1 semana, e o acompanhamento segue por 90 dias, com consultas com 1, 2 e 3 meses de pós-operatório.
05 — Dúvidas
Ela não muda diretamente a cicatriz, mas pode reduzir a tensão na pele ao redor e melhorar a qualidade do tecido, contribuindo indiretamente para um aspecto mais discreto e fino da cicatriz.
Sim, mas controlado. Com um cirurgião experiente nessas técnicas, como o Dr. Ricardo Araújo, o risco é baixo. Possíveis complicações incluem seromas (acúmulo de líquido) e recuperação mais prolongada em alguns casos.
Pode ser. Tecnologias como o VASER causam menos trauma nos tecidos, o que pode acelerar a recuperação e melhorar o conforto no pós-operatório.
Em muitos casos, sim. Os principais diferenciais são:
Geralmente, não — porém pode demandar um tempo cirúrgico maior. Muitos pacientes consideram o investimento justificado pelos resultados aprimorados.
Além da avaliação clínica e dos exames pré-operatórios, o paciente não deve estar com sintomas gripais, suspende o anticoncepcional 15 dias antes (e comunica à equipe se usa implante hormonal), suspende medicamentos como Ozempic, Mounjaro ou Saxenda 21 dias antes e evita exposição ao sol e bronzeamento por pelo menos 7 dias. Também não deve estar com esmaltes, unhas de gel ou extensão de cabelo. A equipe envia as orientações completas antes do procedimento.
Os pacientes são liberados para viagens terrestres após 15 dias de cirurgia e para viagens aéreas após 20 dias. Ainda assim, os retornos à clínica são agendados com 1, 2 e 3 meses de pós-operatório — acompanhamos os pacientes por 90 dias após o procedimento.
Veja também
Atendimento
Uma consulta detalhada para entender seus objetivos e planejar o seu tratamento de forma segura e personalizada.